terça-feira, 20 de março de 2012
Marrocos
Guilherme Terin Luz 3Bpm. Minha viagem para o marrocos
O mês era ,junho de 2008 .Nessa época já havia me formado no colegial ,resolvi fazer um curso de linguás na Inglaterra. Uns amigos brasileiros, me convidaram para irmos durante a estádia na Inglaterra para Marrocos por ser uma rota muito popular para os estudantes e viajantes europeus,resolvi conhecer um pouco dá cultura muçulmana ,com preços bem atrativos descedimos ir ...Ao chegar, no marrocos na cidade de Casablanca,observei que quase todas as casas eram brancas o que me causou um certo estranhamento pois acostumado com a cidade de sp aonde existe variedade sem fim...pegando o táxi com destino ao hotel ficou claro a diferença social escancarado pela janela do carro ,a miséria impera, porém existe um respeito muito alto pelo o outro ,coisas que deveríamos aprender ,sabia que ficaria apenas 1 dia em Casablanca então resolvi descansar pois no outro dia iria conhecer,Marrakech. Ao chegar em marrakech me vi diante de uma sensação de cores,cheiros e pessoas jamais sentidos pela minha pessoa antes,fui ao centro da cidade conhecer os encantadores de cobras venenosa uma loucura ,barraquinha de comercialização de ouro,bronze,prata sem nenhum segurança por perto ,parando para almoço resolvi provar carne exotica que depois de algumas horas,apos o almoço meu amigo flavio resolveu falar que se tratava de carne de cobra fatiada ...essa foi minha experiencia estetica espero que voces tenham gostados
um abraço guilherme
Musical Especial
Por Erica Perocco
A foto que postei foi em um momento muito feliz da minha
vida. Ela me remete a varias lembranças boas.
Quando a vejo tenho
recordações de uma viagem incrível que fiz pelo Caribe e onde assisti um
musical maravilhoso. Esse falava sobre as frustrações das vidas das pessoas, e
no final nos dava uma ótima lição de moral em que nos passava a mensagem que devemos
nos amar e contentar mais com a vida do que ficar reclamando dela.
Essa experiência foi extremamente marcante para mim pois
pude ver a emoção dos personagens como se fossem pessoas reais. A forma como
eles passaram a beleza do palco direto para a plateia me impressionou, pois
independente de serem atores esteticamente bonitos, eles conseguiram levar para
os telespectadores uma sensação intensa, em que fez nascer a beleza interior de
cada um. Alem disso, os atores
utilizaram trajes vibrantes e
decorativos para interpretarem seus papeis, dando mais emoção para o show.
Na época eu não entendia direito o porquê dar valor a arte e
hoje eu sei com toda certeza que são momentos como esses que nos fazem sentir
vivo, aberto à natureza e à arte.
Pulo de Paraquedas
Vanessa bazi
Desde pequena tive um sonho de morar na Austrália, sempre me encantou a cidade, as pessoas, a cultura , os esporte radicais a natureza exótica. Tudo naquele país me deixava doida! ... Então foi quando eu completei 18 anos , decidi me aventurar a algo completamente diferente, assim aprimorando meu inglês,decidi ir para Autrália...
Passei 6 meses tendo dias incríveis conhecendo as culturas e belezas australianas. As praias são maravilhosas,pessoas bonitas , tendo uma mistura de povos como americanos, koreanos, indianos, brasileiros e japoneses. Mais o que realmente foi uma experiência espetacular, marcando minha viagem por completo , foi meu pulo de paraquedas, uma sensação inexplicável, algo que todos uma vez na vida deveriam fazer. Sem contar com a paisagem, com o local e o clima que contribuiu muito para ser Maravilhoso. No início quando subi no avião, comecei a tremer toda que nao conseguia abrir meus olhos de medo pra analisar o que tinha ao meu redor, mas mesmo assim deixei o medo de lado e resolvi encarar. Relaxei e curti aquela oportunidade. Era tudo tão perfeito ao abrir meus olhos, a natureza, o mar cristalino, tendo uma sensação de liberdade e frio na barrida ao mesmo tempo. Só preciso agradecer a essa oportunidade, pois foram os momentos mais marcantes dessa viagem e tanto da minha vida, nunca esquecerei esses poucos minutos .
Uma mudança...
Isabella Pagliato Franciulli
41014016- 3BPM
O ano era 2009 e eu estava no final do meu terceiro colegial com 17 anos de idade e sem saber para onde eu iria, que carreira seguir para o resto da minha vida.
Era um período de mudanças na minha vida, e isso de certa forma me deixava um pouco assustada, pois o medo de errar era grande e de me frustrar também, não sabia o que seria daquele momento em diante. Eu só tinha uma única certeza: Iria me mudar para São Paulo. E fui, escolhi a faculdade que eu queria e o curso que eu queria. Eu iria morar sozinha em um apartamento próximo a faculdade e iria me virar, claro que teria o apoio dos meus pais, mais era um momento onde eu estava crescendo, minhas responsabilidades eram outras além de todas as que eu já tinha e eu passava a conhecer e conviver com pessoas diferentes, em lugares diferentes e experiências bem diferentes de tudo que eu já tinha vivido até aquele momento. No começo não foi fácil, mais eu não desisti, eu fui até o final, senti muita falta dos meus pais, da minha vida que eu levava no interior (nasci e morei a vida inteira em Sorocaba), de tudo que eu estava acostumada mas consegui me adaptar, precisei de muita coragem e determinação para passar por mais essa fase da minha vida.
Hoje eu já moro em São Paulo a quase 4 anos, não me vejo morando em outro lugar e muito menos voltando para a casa dos meus pais, onde eu passei a ser visitante, fiz amizades para a vida inteira mesmo aqui, amo o meu curso e não me vejo fazendo outra coisa que não esteja ligada a Comunicação.
Essa foi a minha experiência estética, que até hoje foi a mais forte e marcante na minha vida, pela qual eu passaria por tudo de novo e faria tudo de novo também. A vida é um eterno desafio e feita de escolhas a todo momento, e por mais difícil que possa parecer todos nós temos que enfrentar por mais que o sucesso não seja obtido, tem que ir tentando para acertar.
Isabella Pagliato Franciulli
41014016- 3BPM
O ano era 2009 e eu estava no final do meu terceiro colegial com 17 anos de idade e sem saber para onde eu iria, que carreira seguir para o resto da minha vida.
Era um período de mudanças na minha vida, e isso de certa forma me deixava um pouco assustada, pois o medo de errar era grande e de me frustrar também, não sabia o que seria daquele momento em diante. Eu só tinha uma única certeza: Iria me mudar para São Paulo. E fui, escolhi a faculdade que eu queria e o curso que eu queria. Eu iria morar sozinha em um apartamento próximo a faculdade e iria me virar, claro que teria o apoio dos meus pais, mais era um momento onde eu estava crescendo, minhas responsabilidades eram outras além de todas as que eu já tinha e eu passava a conhecer e conviver com pessoas diferentes, em lugares diferentes e experiências bem diferentes de tudo que eu já tinha vivido até aquele momento. No começo não foi fácil, mais eu não desisti, eu fui até o final, senti muita falta dos meus pais, da minha vida que eu levava no interior (nasci e morei a vida inteira em Sorocaba), de tudo que eu estava acostumada mas consegui me adaptar, precisei de muita coragem e determinação para passar por mais essa fase da minha vida.
Hoje eu já moro em São Paulo a quase 4 anos, não me vejo morando em outro lugar e muito menos voltando para a casa dos meus pais, onde eu passei a ser visitante, fiz amizades para a vida inteira mesmo aqui, amo o meu curso e não me vejo fazendo outra coisa que não esteja ligada a Comunicação.
Essa foi a minha experiência estética, que até hoje foi a mais forte e marcante na minha vida, pela qual eu passaria por tudo de novo e faria tudo de novo também. A vida é um eterno desafio e feita de escolhas a todo momento, e por mais difícil que possa parecer todos nós temos que enfrentar por mais que o sucesso não seja obtido, tem que ir tentando para acertar.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Um Lugar...
Juliana Simões
20/03/2012
Um lugar, realmente, abençoado por Deus
Conhecida como Porta do Sol, João Pessoa, foi minha experiência estética mais marcante até o momento.
Capital do Estado do Paraíba, Jonh People, assim como seus adoráveis conterrâneos a chamam, está localizada no ponto mais Oriental da Américas, onde o sol surge às 5h20 da manha, fazendo assim com que seus habitantes aproveitem no máximo do dia...
Queríamos passar um Ano Novo diferente, eu e meu namorado, e como ele tinha alguns amigos na cidade, os quais deram a estadia do hotel de presente, ficou tudo mais fácil...
Eles nos deram dicas de lugares e passeios que poderíamos fazer.
Começamos conhecendo a própria João Pessoa. Ficamos hospedados na Praia de Tambaú:
As pessoas não poderiam ser mais agradáveis... impressionante como elas eram simpáticas e solícitas. Um povo humilde, mas tremendamente orgulhoso de morar naquela cidade. Não perdiam uma oportunidade de falar o quanto eram apaixonados por JP. O que achei mais engraçado foi o modo pelo qual eles nos pediam para falar bem da cidade. Para eles era importante saber que quando fossemos embora de lá, fossemos falar para todos que a cidade era perfeita!
Eles defendem a cidade com unhas e dentes e acham terrível a atitude que a Elba Ramalho toma quando esconde sua origem natal.
Fomos de escuna até o mar para ver os corais... e como já não sou chorona?! só de lembrar meus olhos já ficam cheios de lagrimas... (rs) é muito lindo, não tem como não se emocionar!
A vista do mar é muito mais emocionante.
Aproveitando que estávamos lá e fomos conhecer Natal
Outra cidade maravilhosa! O lugar era lindo e os muito moradores simpáticos...
Fomos até a Praia da PIPA, que recebeu o nome pelos marujos que se localizavam do mar devido a uma pedra que tinha formato de barril. A praia é conhecida também pela costa que forma a copa de um coração, na qual a lenda diz que o casal que tirar foto com a copa ao fundo, nunca mais se separa... e é lógico que eu tirei!
Fomos também na Baia do Golfinhos... mas ver golfinhos mesmo que é bom, nada! RS
Mas valeu a pena, a praia era lida e a água era quente!
Outro passeio foi para Porto de Galinhas... o lugar é lindo, mas tem o mesmo problemas de Natal, sujeira pra todo lado! Eu lutei para acreditar que era por causa da temporada, que a cidade estava lotada e que toda aquela bagunça era devido ao final de ano... também fiquei bem decepcionada, todo mundo fala tão bem de lá, enfim...
O lugar é lindo!
E para fechar com chave de ouro, um passeio de bugg mais do que emocionante... foi pavoroso... o motorista era completamente pirado! Quase cai do carrinho duas vezes! RS
Bom, vejo essa viagem como minha primeira experiência estética pois além de ser algo novo, foi algo que me emocionou e me ensinou do inicio ao fim.
Se quiserem saber mais sobre minha experiência estética, estou à disposição.
RECONHECIMENTO DO CASAL
O Casal Arnolfini
Jan van Eyck, 1434
óleo sobre tábua
82 × 60 cm
National Gallery (Londres)
Ano passado eu fui convidada para ser madrinha de casamento
da minha prima. Quando eu entrei na loja para experimentar o vestido, me deparei
com a obra de Van Eyck, O Casal Arnolfini. Por que isso me impressionou e eu
estou escrevendo isso no blog de Experiência Estética? Primeiro porque eu não
costumo guardar nomes de obras, de movimentos e de pintores, e dessa obra,
curiosamente, eu me lembrei de tudo isso assim que vi. Lembrei porque achei
muito impressionante ter um espelho côncavo de 5 centímetros de diâmetro que
reflete toda a pintura. E segundo porque dois anos antes eu tinha ido nessa
mesma loja e não tinha reparado na pintura, era um objeto de decoração que não
me remeteu nenhum significado. Quando eu vi a obra, eu virei para minha mãe e
comecei a discorrer meus conhecimentos sobre o quadro, tentando parecer culta.
Depois que fui embora da loja, comecei a sentir um pequeno arrependimento;
Queria ter prestado mais atenção nas minhas aulas de história da arte. Foi muito
boa a sensação de olhar uma obra de arte e reconhecê-la por sua importância e
sua história, saber seu nome e seu autor. Pensei que, se um dia eu fosse ao Louvre ou em
qualquer outro museu, não ia ter aquela sensação muitas vezes. Nessa hora eu
quis muito voltar atrás e me avisar que eu ia sentir falta das aulas de
história da arte.
Paula Davanço Giannini
Cicatriz
Mark Alan Halliden - 41112913
Era maio de 2001, eu tinha 9 anos e estava na escola. Estava na hora do recreio, no pátio, cheio de crianças brincando. Haviam montado um palco de madeira para apresentações de teatro da 4a série, mas estávamos usando para brincar de pega-pega. Corríamos de um lado para o outro, o barulho de crianças gargalhando enchia o ar. No meio de toda confusão eu tropecei e cai de joelhos no chão. De repente, um silêncio, preto. Eu apertava o joelho com força com os olhos fechados. Sentia uma dor profunda e minhas mãos tremiam. Levantei a cabeça e abri os olhos lentamente. Todas crianças estavam paradas, em silêncio, olhando para mim. E o que parecia ser de forma sincronizada, todas gritam horrorizadas e correm para as suas salas. Eu não estava entendendo nada, foi daí que olhei para baixo e soltei as mãos ensanguentadas do meu joelho. Tentei levantar, mas minha perna estava presa ao palco. O sangue escorria sem parar e eu não sabia o que fazer. Eu consegui ajoelhar em um prego enferrujado e estava preso ao palco e fazer um buraco de 8 centímetros. Primeiro chega a minha professora, depois a moça que cuidava dos "machucadinhos", elas conseguem me puxar e tirar de lá, mas não sabiam o que fazer, nem onde me levar, pois na escola não havia enfermaria. Pegaram um pano, enrolaram em volta da minha perna e em seguida ligaram pra minha mãe. A cara da minha professora estava branca, ela estava desesperada. Após um tempo, a minha mãe chegou e me levou para o hospital. Chegando lá, cortaram a minha calça e tiraram meu ténis e minha meia, que estavam manchados de vermelho. Desinfectaram a ferida e, como eu nunca tinha tomado injeção anti-tétânica antes, tomei 3 seguidas, tomei 12 pontos e engessei a perna. Foram 9 dias seguidos de mais injecções, e como se isso já não bastasse, no décimo dia, consegui tropeçar, dobrar a perna e rasgar todos os pontos, voltando ao hospital.
Quem és tú !?
Carlos Eduardo Sanvidotti Gurgel - 41111682
Assisti a
algum tempo atrás a uma palestra interessantíssima de Mário Cortella entitulada
"Sabe com quem você está falando?", a qual ele abordara um assunto
popular sobre a rudeza e a arrogância inerente no ser humano, em alguns pelo
menos. Em tom humorado, Mário Cortella divulgou alguns dados astronômicos
científicos que para mim traduziram-se como uma experiencia estética, pela
sublimidade estarrecedora do seu conteúdo, que realmente impressionam e nos
incentivam nas mais altas indagações e especulações filosóficas e existenciais.
Após assistir o video, perguntaríamos a nós mesmos, se realmente seríamos tão
importante quanto pensamos que somos, o que é a vida?, quem somos nós? (brecha
filosófica, porque não, um viés da arte).
Se você tem um sonho...
Patrícia Leda
Se você tem um sonho... Não desista, mesmo que pareça impossível!
Vale pular as setes ondas e torcer para que ele se realize. Fazer aquele mesmo pedido nos 3 nózinhos da fita de bonfim, quem disse que precisa ser 3 diferentes? Persistência... Ver um avião e já associar a uma estrela cadente e ter fé naquele desejo. Presente de natal, páscoa, aniversário, no meu caso, foi sempre o mesmo! E foi assim que eu realizei o meu sonho, depois de quase 7 anos insistindo, nunca perdi a esperança, e o nome do meu sonho você pode já saber: Nicole!
Mas foi um pedido tão forte que de quebra vieram dois anjinhos, depois de 2 anos (como um susto/felicidade) veio o Daniel. Nicole e Daniel são meus irmãos, e essa foi a experiência estética mais marcante pra mim, a realização de um sonho que veio em dobro!
Eurotrip
Anna Luiza Araujo 41021497
Ano passado, nas ferias de julho, eu e três amigas fizemos uma viagem pela Europa. Ficamos 1 mês viajando e conhecendo lugares novos. Foram um dos melhores meses da minha vida. Nunca achei que fosse gosta tanto. Voltei com o coração apertado.
Conhecemos de tudo; comidas típicas, culturas diferenciadas, tradições e muito mais. La nós nos sentíamos livres, pois só estávamos só nós e mais ninguém, então podíamos fazer o que estávamos com vontade a qualquer hora.
Parecia que estávamos sonhando, pois era muito difícil acreditar que estava realmente acontecendo. Demoramos meses e meses para resolver a viagem, e quando finalmente chegou passou tudo tão rápido. Tentamos aproveitar o máximo, mas se eu pudesse voltar atrás tentaria aproveita mais, pois nunca pensei que seria algo tão inesquecível.
Tiramos mais de duas mil fotos, pois tudo era tão bonito, as paisagens, igrejas, lugares historias, praias etc.
O melhor de tudo foi que escolhemos as pessoas certas para viajar, pois não é fácil fica um mês viajando com as mesmas pessoas.
Foram tantas coisas boas que eu senti naquele um mês, eram sensações e emoções únicas, algo que nunca tinha sentido antes...
Com certeza essa viagem vou guarda para vida inteira, pois foi algo que me marcou de uma maneira inexplicável, e sugiro para qualquer um que quer conhecer a Europa ou viajar com os amigos para não deixar de ir pois tenho certeza que vai valer a pena...
Essa foto foi tirada em Hvar, uma ilha maravilhosa na Croatia..
Backstage
Raphael Ohya - 41113316
No dia 13 de Dezembro de 2011, eu tive a oportunidade de ir no United Cube in Brazil, o primeiro show de K-Pop (música coreana) no nosso país, que aconteceu no Espaço das Américas. Como alguns devem saber, eu trabalho em um site, que além de divulgar notícias sobre música, filmes e a cultura coreana, também ajuda a organizar eventos, e nós tivemos o prazer de ajudar na organização deste evento.
Além de trabalhar na organização da fila, e na organização interna do show, também tive a oportunidade de comparecer à coletiva de imprensa, que contou com a presença da Rede Globo, Rede TV, e emissoras coreanas de televisão.
O show contou com a presença dos grupos 4minute, B2ST e a cantora solo G.NA, que cantaram um total de 28 músicas.
Foi um dia cansativo para dizer o mínimo, andar para cima e para baixo naquele calor não era fácil. Muitos fãs vararam a noite na fila, dava para notar o cansaço em seus olhos, mas os staffs também estavam. Tivemos que acordar cedo para ajudar a organizar a fila e responder as dúvidas de quem estava lá, ajudar nas matérias que emissoras de televisão iriam gravar, buscar o almoço dos cantores, ir à coletiva de imprensa. Mas trabalhar em algo que você gosta sempre vale a pena. Quando o show começou bateu uma sensação de alívio, e de um trabalho bem feito, e enfim pude relaxar e curtir. Este não foi o primeiro show ao qual eu fui, mas poder acompanhar todo o processo, desde a escolha do local, a coletiva de imprensa, a montagem de palco, o ensaio pré-show, mudou totalmente a minha perspectiva ao assistir a um show, principalmente às pessoas envolvidas que tornam tudo isso possível.
G.NA
4minute
B2ST
No dia 13 de Dezembro de 2011, eu tive a oportunidade de ir no United Cube in Brazil, o primeiro show de K-Pop (música coreana) no nosso país, que aconteceu no Espaço das Américas. Como alguns devem saber, eu trabalho em um site, que além de divulgar notícias sobre música, filmes e a cultura coreana, também ajuda a organizar eventos, e nós tivemos o prazer de ajudar na organização deste evento.
O show contou com a presença dos grupos 4minute, B2ST e a cantora solo G.NA, que cantaram um total de 28 músicas.
G.NA
4minute
B2ST
Foi um dia cansativo para dizer o mínimo, andar para cima e para baixo naquele calor não era fácil. Muitos fãs vararam a noite na fila, dava para notar o cansaço em seus olhos, mas os staffs também estavam. Tivemos que acordar cedo para ajudar a organizar a fila e responder as dúvidas de quem estava lá, ajudar nas matérias que emissoras de televisão iriam gravar, buscar o almoço dos cantores, ir à coletiva de imprensa. Mas trabalhar em algo que você gosta sempre vale a pena. Quando o show começou bateu uma sensação de alívio, e de um trabalho bem feito, e enfim pude relaxar e curtir. Este não foi o primeiro show ao qual eu fui, mas poder acompanhar todo o processo, desde a escolha do local, a coletiva de imprensa, a montagem de palco, o ensaio pré-show, mudou totalmente a minha perspectiva ao assistir a um show, principalmente às pessoas envolvidas que tornam tudo isso possível.
G.NA
4minute
B2ST
Viagem Europa
Maria Puyol
Em 2009 tive a sorte de poder conhecer a Europa com a minha família. Visitamos cidades como Paris, Roma, Veneza, Colônia, Londres, Innsbruck, entre outros lugares maravilhosos e de culturas diferentes a nossa. Pudemos apreciar as divercidades artísticas dos diferentes momentos históricos tanto em pintura, escultura e arquitetura. Foi impactante para mim ver as inúmeras obras existentes no Louvre que eu somente havia visto por fotos e agora pessoalmente. O que mais gostei foi ver de perto a Gioconda, tão pequena, e tão famosa. Também gostei muito de visitar o Palácio de Versalhes, com o luxo da construção, dos moveis e principalmente seu jardim.
Em Roma fomos à Fontana de Trevi e cada um jogou uma moeda e fez um pedido.
Uma coisa que me achei diferente foram as ruas estreitas e cheias de carros e motos passando por todos os lados. Foi bem difícil dirigir por lá.
Outro lugar difícil de dirigir foi em Londres, pois o volante fica do lado direito do carro. Meu pai acabou batendo no retrovisor de um carro em quanto tentava se acostumar com o novo lado.
Já em Veneza não foi necessário dirigir e sim andar de barco, gôndola ou caminhar. Veneza foi a cidade que achei mais bonita, as construções são antigas e as ruas são canais.
Em Innsbruck o que mais gostei além da beleza dessa cidade, foram as comidas. Lá eu comi os melhores pratos da minha vida.
Também passamos pela EuroDisney e nos divertimos muito.
Até agora, essa foi a melhor viagem que tive e acrescentou muito na minha vida. Com certeza voltei
à Europa para conhecer mais lugares.
Coliseu de Roma
Fontana de Trevi
Palácio de Versalhes
Veneza
a primeira vez no estádio
Para alguém como eu, que gosta muito de futebol, é inesquecível
a sensação de sua primeira vez no estádio. Lembro-me como se fosse ontem, mas
foi em 2003 o jogo era Corinthians e Cruz Azul. Fiquei maravilhado dês do
primeiro passo que dei no Pacaembu, não sei se era a vista daquele gramado, o
cheiro da comida ou o barulho que a torcida já fazia naquele Pacaembu lotado.
O juiz apita o começo do jogo, fico apreensivo e já começo a
roer as unhas, a única coisa que não esperava era que as minhas unhas acabariam
nos 20 primeiros minutos de jogo, as coisas não iam muito bem para o Corinthians
e os atacantes continuavam a perder gols e mais gols. Até que Liedson, de
cabeça, Poe fim ao meu sofrimento abrindo o placar no estádio, foi nessa hora
que tive o melhor sentimento que se pode ter num estádio o grito da fiel
torcida incendiou ainda mais o jogo, porem ficou só nisso já que depois do gol
o Corinthians so perdeu gol. Apesar disso eu jamais esquecerei este dia e nesta
quarta-feira vou ver um jogo no estádio, que por incrível que pareça é o mesmo
Cruz Azul que vi a nove anos atrás, espero que a historia se repita.
Marcelo Cruz
Intercâmbio - Herrin -IL
Hanna Carvalho
Quando crescemos nossos pais procuram nos mostrar o mundo da melhor forma possível, nos ensinando o errado e o certo, dando o melhor ensino possível e dando chances que as vezes nem eles tiveram . Tenho pais que sempre me incentivaram a encaram o mundo da melhor forma possível, mostrando os caminhos , as escolhas e as chances. Sempre fui muito viajada , muito aberta a grandes oportunidades e sempre vivi buscando minha independência.
Foi então com meus quase 17 anos que decidi viver uma vida totalmente diferente da minha durante 1 ano. Viver em uma cidade totalmente desconhecida, com diferentes costumes e culturas, onde não conhecia ninguém, não sabia direito me comunicar, pois meu inglês não era um dos melhores e ainda pior , não teria minha família ao lado com toda a mordomia de ter um quarto limpo, uma roupa lavada e comida fresquinha na mesa. Foi então em Agosto que me aventurei a essa experiência que levarei para a minha vida inteira.
Vivi com uma família em Illinois em uma cidade de 22 mil habitantes, onde não existia nenhum brasileiro, era apenas eu.
Herrin é uma pequena cidade escondida atras de outras um pouco maiores, no sul de Illinois, é a típica cidade americana onde tem sua rua principal, as escolas publicas, hospital, lojinhas e restaurantes locais. Uma cidade de muita tradição americana, com festivais de época, jogos da escola e muito respeito pelo local.
Como toda brasileira, somos meio folgados, achamos que tudo podemos e sempre temos um jeito brasileirinho de conseguir as coisas . Mas lá nos estados Unidos tive que aprender a lidar com as regras, com o respeito pela cidade e sua cultura.
Durante os primeiros meses como todo ser humano aprendi no erro mesmo, fui quase deportada, levei multa, tirei notas ruins e comia tudo que podia e não podia. Mas pelo menos fiz muitas amizades no começo, não sabia muito bem me comunicar , pois meu inglês não era o dos melhores mas não fiquei na mão , me virava muito bem . Todos amavam saber como era o Brasil, pois imaginavam coisas totalmente precarias. Sempre fui muito extrovertida, alegre e alto astral, então todos amavam esse meu temperamento , sempre buscavam sair comigo e aprender comigo e eu com eles.
Com o tempo podia dizer que já era uma americana, me adaptei ao clima, aos costumes e gostos, fiz grandes amigos que hoje sinto muita falta e meu inglês de básico foi para fluente, não passava mais vergonha, nem duvida . Foram momentos que ri, chorei, senti falta, me aventurei, sorri, me orgulhei e cresci. Momentos que só passando para entender, momentos que nunca saíram da minha memória como as amizades que até hoje tenho e ainda melhor deixei a marca do meu país e mostrei que todos nos somos iguais e que apesar das diferenças somos um só e que buscamos apenas uma coisa : Felicidade.
Agradeço aos meus pais pela oportunidade única e pela confiança que tiveram em mim, pode ter certeza que me ajudou tanto como pessoa e mentalmente para valorizar certos valores que nunca pensamos em refletir.
E agora são algumas fotos pois perdi muitas quando troquei meu computador.
Hanna Carvalho
Quando crescemos nossos pais procuram nos mostrar o mundo da melhor forma possível, nos ensinando o errado e o certo, dando o melhor ensino possível e dando chances que as vezes nem eles tiveram . Tenho pais que sempre me incentivaram a encaram o mundo da melhor forma possível, mostrando os caminhos , as escolhas e as chances. Sempre fui muito viajada , muito aberta a grandes oportunidades e sempre vivi buscando minha independência.
Foi então com meus quase 17 anos que decidi viver uma vida totalmente diferente da minha durante 1 ano. Viver em uma cidade totalmente desconhecida, com diferentes costumes e culturas, onde não conhecia ninguém, não sabia direito me comunicar, pois meu inglês não era um dos melhores e ainda pior , não teria minha família ao lado com toda a mordomia de ter um quarto limpo, uma roupa lavada e comida fresquinha na mesa. Foi então em Agosto que me aventurei a essa experiência que levarei para a minha vida inteira.
Vivi com uma família em Illinois em uma cidade de 22 mil habitantes, onde não existia nenhum brasileiro, era apenas eu.
Herrin é uma pequena cidade escondida atras de outras um pouco maiores, no sul de Illinois, é a típica cidade americana onde tem sua rua principal, as escolas publicas, hospital, lojinhas e restaurantes locais. Uma cidade de muita tradição americana, com festivais de época, jogos da escola e muito respeito pelo local.
Como toda brasileira, somos meio folgados, achamos que tudo podemos e sempre temos um jeito brasileirinho de conseguir as coisas . Mas lá nos estados Unidos tive que aprender a lidar com as regras, com o respeito pela cidade e sua cultura.
Durante os primeiros meses como todo ser humano aprendi no erro mesmo, fui quase deportada, levei multa, tirei notas ruins e comia tudo que podia e não podia. Mas pelo menos fiz muitas amizades no começo, não sabia muito bem me comunicar , pois meu inglês não era o dos melhores mas não fiquei na mão , me virava muito bem . Todos amavam saber como era o Brasil, pois imaginavam coisas totalmente precarias. Sempre fui muito extrovertida, alegre e alto astral, então todos amavam esse meu temperamento , sempre buscavam sair comigo e aprender comigo e eu com eles.
Com o tempo podia dizer que já era uma americana, me adaptei ao clima, aos costumes e gostos, fiz grandes amigos que hoje sinto muita falta e meu inglês de básico foi para fluente, não passava mais vergonha, nem duvida . Foram momentos que ri, chorei, senti falta, me aventurei, sorri, me orgulhei e cresci. Momentos que só passando para entender, momentos que nunca saíram da minha memória como as amizades que até hoje tenho e ainda melhor deixei a marca do meu país e mostrei que todos nos somos iguais e que apesar das diferenças somos um só e que buscamos apenas uma coisa : Felicidade.
Agradeço aos meus pais pela oportunidade única e pela confiança que tiveram em mim, pode ter certeza que me ajudou tanto como pessoa e mentalmente para valorizar certos valores que nunca pensamos em refletir.
E agora são algumas fotos pois perdi muitas quando troquei meu computador.
Time de Softball
Prom
Escritores da Liberdade (Freedom Writers)
Stephanie Boidak Gomes
41110783
41110783
Algumas pessoas acham que diploma já é o topo. Creio que essas o exibe como um troféu na parede. Sei que a profissão de Professor não é muito valorizada pelos políticos atuais. Travando o idealismo de poucos para o engrandecimento de muitos. Quando a dificuldade não parte deles, vem do próprio Conselho de Ensino. Rígido demais as regras. Ficando cegos á realidade local. Fechando as portas, numa mão única.
Eis que entre tantos, chega um que faz toda a diferença. Um sabe que mais do ensinar o que está no livro oficial, quer preparar os seus alunos para a vida. A esse que tem o magistério como o seu sacro-oficio cabe, de fato e de direito, o titulo de Mestre.
Erin Gruwell (Hilary Swank) em vez de seguir a carreira de advocacia, algo trazido da infância por admirar o pai nas causas civis, vai ser professora. Num colégio onde passou a receber alunos da periferia: os de baixa-renda. E uns que cumpriam uma uma condicional por crimes cometidos. Sendo assim para lá de misto. Cheia de motivação, primeiro não recebe um apoio que esperava por conta da diretora. Essa, descarrega toda aversão por ter que receber esses alunos em seu santuário. Ela os despreza.
Depois, Erin se assusta com os seus alunos. Mas sua determinação, a faz seguir em frente. Em sua odisséia. Seus alunos são como animais feridos. Reagem e agem num circulo viciante até por questão de sobrevivência. Não se tocando que o que tanto criticam no outro, fazem igual. A partir de uma caricatura que um dos alunos fez para ridicularizar um colega de classe negro, ressaltando os lábios, ela também cai na real. De que ali eles formam guetos. E começa a falar do Holocausto. Algo que só um deles sabia o que era.
Desde o inicio, o filme prende a atenção. Não se sente o tempo passar. Acompanhamos numa torcida a cada um daqueles alunos que consigam quebrar a corrente do preconceito. Que hispanos, asiáticos, negros e um único "branco" sintam-se iguais. Ao tentar fazer com que leiam o "O Diário de Anne Frank", a diretora proibe. Os livros do acervo não são para eles, diz ela. Incrível, uma biblioteca proibida aos carente; por temer que irão destruir. Por essa, e outros impedimentos mais, Erin resolve ter outros trabalhos; uma renda extra. Para dar aos seus alunos o que a escola nega. Então cada um deles constrói o seu diário.
A cada satisfação, a cada acesso obtido na mente de seus alunos, fazendo-os pensarem por si mesmo no quanto agiam errado, a cada pequeno sucesso deles. Além das duchas-frias da diretora, mas dela ela já tirava de letra. Erin tem um balo em seu casamento.
Aqui, mostrando carreira e casamento de uma mulher. Algo bem real. Mas como também não tão irreal, o de um homem não segurar a barra em ver a sua esposa crescer, quer seja em sua profissão, quer seja no seu talento. Erin esta radiante. Investindo em si mesma, até por conta de que esta em seus planos, mais a frente, construir uma familia: filhos. O contrario do marido que já não tinha ambição alguma.
É um filme que tem muito a comentar, mas para não tirar mais a emoção que irão sentir, paro a historia por aqui. Fica a certeza de que houve momentos que meu corpo arrepiou, noutros, que não retive as lagrimas. Minhas faces ficaram umedecidas ate o final do filme. Um filme que vale a pena ver e rever sempre!
Marie Antoinette
Stephanie Reichmann Rodrigues
Filme Marie Antoinette
Quando assisti ao filme Marie Antoinette, notei que foi um trabalho cuidadosamente planejado. A fotografia, as cores vivas, as músicas, o vestiário e até a escolha do elenco foram especificamente escolhidos para mostrar a vida da rainha. Tudo foi pensado, até os menores dos detalhes receberam à atenção da produção. Tem cenas que falam por si só, não é necessária a presença de diálogos. O filme é lento, mas não monótono. A parte visual consegue sozinha, transmitir a ideia geral do filme. Eu considero esse fime uma obra de arte.
O fime conta a vida de Marie Antoinette, uma rainha jovem e festiva, que vivia numa corte em decadência. Sua vida rodou em volta de escândalos, luxúrias incertezas e excessos. Foi uma rainha incompreendida por seu povo. Seu casamento arranjado com Louis XVI ocorreu quando ela tinha 14 anos. Apenas sete anos depois da união dessas duas nações é que ocorreu a consumação do casamento, deixando a rainha humilhada e alvo de fofocas na corte. Mais tarde Marie Antoinette se envolveu num caso com o Conde Fersen.
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| Marie Antoinette e seu marido, Louis XVI |
O filme, dirigido pro Sofia Cappola, não recebeu enfoque na vida política de Marie Antoinette afinal, a rainha, que apenas era uma adolescente, se mostra desintereçada ao que acontecia fora dos muros de Versailles. Só se importava em se divertir, em dançar e satisfazer seus desejos gastando o pouco dinheiro de seu povo.
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| Marie Antoinette com suas constantes festas quando o povo morria de fome |
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| Marie depois de uma noite de festas |
O longa metragem quis mostrar a inocência de Marie Antoinette. O quanto nova ela era quando se tornara rainha e como ela lidara com a corte e as tradições francesas. Um modo que a diretora achou para evidenciar o comportamento adolescente da rainha foi, quando a câmera deu um close nos sapatos da rainha,evidenciar a presença de um par de tênis usados no século XXI.
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| tênis no meio dos sapatos da rainha |
O filme mistura o moderno com o clássico. Há no filme uma comparação entre as tradições da antiga corte francesa, com os costumes e gostos do século XXI. Isso é feita para mostrar que Maria Antoinette não se diferenciava em nada de uma adolescente moderna. Também é utilizado uma trilha sonora moderna, como por exemplo, músicas do Strokes. Essa trilha sonora mostra o espírito jovem da rainha. Sofia Cappola também utiliza as cores e vestuários para mostrar os excessos da corte da época. No filme, Maria Antoinette vive rodeada por banquetes, doces e cocktails.
| Marie Antoinette e suas amigas. |
| Marie Antoinette |
| O luxo dos sapatos de Marie Antoniette. |
Europa
Muriel Kanashiro
Em julho de 2008, fui para a Holanda visitar pela primeira vez a minha tia, que mora lá há algum tempo. Fazia tempo que eu não saía do país e no dia da viagem, eu e os meus primos estávamos tão ansiosos que nem conseguimos dormir durante as 12 horas de vôo. Quando chegamos lá, fiquei impressionada com a organização da cidade em que ela mora, era tudo bem limpo e o respeito para com os outros é incrível. A cidade que minha tia mora, é bem tranquila e pequena, ao contrário de Amsterdam, que é movimentada e grande. O que mais me impressionou em Amsterdam foram as famosas ruas chamadas: Red Light District, onde as mulheres ficam expostas em vitrines; e os coffee shops, onde a maconha é legalizada. Na Red Light District não é permitido tirar fotos, mas meu tio estava tirando e ele foi atacado por uma 'mulher' que quase quebrou a câmera dele obrigando-o a apagar a foto. É engraçado ver como lá, as pessoas lidam com assuntos 'polêmicos' de uma forma natural, ao contrário do Brasil, em que as pessoas fazem uma super discussão. O que eu mais admiro é a educação do país, minhas primas vão a escolas boas que são praticamente de graça e tem toda uma estrutura, ensinando de base 4 línguas: holandês, alemão, francês e inglês. E como ninguém é de ferro, adorei lá porque as farmácias e as lojas de departamentos são muito legais e baratas, fora os mercados com todas os chocolates e comidinhas gostosas. Vale a pena ter um carimbinho de entrada de lá.
Em julho de 2008, fui para a Holanda visitar pela primeira vez a minha tia, que mora lá há algum tempo. Fazia tempo que eu não saía do país e no dia da viagem, eu e os meus primos estávamos tão ansiosos que nem conseguimos dormir durante as 12 horas de vôo. Quando chegamos lá, fiquei impressionada com a organização da cidade em que ela mora, era tudo bem limpo e o respeito para com os outros é incrível. A cidade que minha tia mora, é bem tranquila e pequena, ao contrário de Amsterdam, que é movimentada e grande. O que mais me impressionou em Amsterdam foram as famosas ruas chamadas: Red Light District, onde as mulheres ficam expostas em vitrines; e os coffee shops, onde a maconha é legalizada. Na Red Light District não é permitido tirar fotos, mas meu tio estava tirando e ele foi atacado por uma 'mulher' que quase quebrou a câmera dele obrigando-o a apagar a foto. É engraçado ver como lá, as pessoas lidam com assuntos 'polêmicos' de uma forma natural, ao contrário do Brasil, em que as pessoas fazem uma super discussão. O que eu mais admiro é a educação do país, minhas primas vão a escolas boas que são praticamente de graça e tem toda uma estrutura, ensinando de base 4 línguas: holandês, alemão, francês e inglês. E como ninguém é de ferro, adorei lá porque as farmácias e as lojas de departamentos são muito legais e baratas, fora os mercados com todas os chocolates e comidinhas gostosas. Vale a pena ter um carimbinho de entrada de lá.
Roda Violeira
Eu, Luis Gustavo Temple , no meu primeiro ano
de colegial visitei junto com a sala e nosso professor de filosofia uma creche
em um bairro afastado do centro de São Paulo. A creche era bem cuidada de
acordo com as condições financeiras e sobrevivia muito pelas doações de comida
roupas e etc..
Eram crianças de origem muito humilde, muitas
vezes os pais trabalhavam durante todo o dia , fazendo da creche uma segunda
casa para os meninos e meninas. A simpatia das crianças para conosco foi
imediata. Éramos novidade, verdadeiras atrações naquele lugar alegre, e toda
atividade que envolve crianças já é carregada de uma alegria enorme por si só.
A gente conheceu muito bem a moçada, tinha de tudo. Os pestinhas, aqueles mais tímidos, alguns
com reais problemas de se relacionar, todos muito educados. A sala, além de
levar uma quantia de brinquedos, tinha a
missão de interagir com as crianças. E nessa questão de interagir me senti bem
útil. Não mais importante que os outros, pois foi a presença de todos que fez a
festa, mas simplesmente pelo fato de quando tudo anda muito bem, basta colocar
a música para ficar ótimo.
Eu fui encarregado de levar o violão. Depois
de algumas aulas instantâneas de violão, nas quais os meninos me mostraram
maneiras impensáveis de tocar aquele instrumento, alias muito usado para
percussão, uma das “Tias “da creche deu a ideia de entrarmos no salão para
arquitetar uma rodinha de violão. E então foi pura diversão. Toda a creche
reunida naquele circulo adaptado devido ao espaço, cantando Paralamas do
Sucesso, Titãs, Nando Reis, músicas que as crianças provavelmente desconheciam,
mas repetiam com perícia as vogais finais de cada frase. Uma outra “ Tia “ que sabia
tocar, fez questão de mostrar sua habilidade para as crianças, e ainda tinha um
felizardo que fazia aniversário e ouviu o parabéns tocado pela “Tia” e cantado
pela creche em um dos seus dias mais lotados.
Foi uma experiência estética, creio eu, bem
significativa para mim. Existia toda uma diferença de idade e cultural a ser
batida, o que foi bem facilitado por eles é verdade. Aprendi muito e queria
poder fazer isso mais vezes.
Luis Gustavo Temple
Mudanças
Yrit Galleazzo Pisa
Haviam 6 meses que eu estava com vontade de fazer dreads e foi então que em agosto de 2009 sai da Galeria do Rock com 2 dreads e 3 piercings. Em minha opinião aqueles dreads não haviam mudado minha aparência, ficavam na parte de baixo do meu cabelo e quase não dava para reparar quando eu estava de cabelo solto. Meus amigos se acostumaram rapidamente em me ver com os dreads, faziam parte de mim e da minha aparência, porém pessoas que não me conhecia me julgavam antecipadamente pela minha aparênciae ficavam chocadas quando viam ou eu contava.
Haviam 6 meses que eu estava com vontade de fazer dreads e foi então que em agosto de 2009 sai da Galeria do Rock com 2 dreads e 3 piercings. Em minha opinião aqueles dreads não haviam mudado minha aparência, ficavam na parte de baixo do meu cabelo e quase não dava para reparar quando eu estava de cabelo solto. Meus amigos se acostumaram rapidamente em me ver com os dreads, faziam parte de mim e da minha aparência, porém pessoas que não me conhecia me julgavam antecipadamente pela minha aparênciae ficavam chocadas quando viam ou eu contava.
Os dreads são vistos pela a maioria das pessoas
como sujos, nojentos, mal cuidados, mal cheirosos entre vários adjetivos do gênero,
entretanto essas pessoas ficam apenas no estereótipo que os dreads passam. Sim,
os dreads que se formam naturalmente são nojentos, pois são “feitos” quando as
pessoas não lavam o cabelo e nem penteiam, então começa a formar uma bola de
nós e sujeira do passar dos dias. Já os dreads que são feitos em cabeleireiros são
limpos sendo apenas nós do seu próprio cabelo, há diferentes tipos de dreads, uns
feitos com cera, outros com linha e o que eu fiz era apenas com o meu cabelo.
Do momento em que tive os dreads até corta–lós nunca
ficaram mal cheirosos, gostava muito de cuidar deles, lavá-los, secá-los e
tomar cuidado para não penteá-los.
Muitos falavam que minha aparência tinha mudado
que não cuidava da minha aparência, mas em minha opinião aquilo era como um acessório
para mim, não tinham mudado o que eu era só havia acrescentado em mim algo que
eu gostava.
Arte Corporal
Por- Marcelo Shalders
Tudo começou em 2009, uma viajem totalmente diferente de tudo que eu tinha conhecido, uma mudança grande e que eu jamais iria esquecer. Fui morar na Nova Zelândia, por sete meses, longe de tudo e de todos que eu conhecia. Antes da viajem uma mistura de ansiedade e medo, e durante o inicio também, entretanto no segundo e no terceiro mês tudo já era uma maravilha, amigos novos, aventuras, escola, a família cada dia mais agradável. Todos os momentos que passei naquele pais tao diferente de onde moro, foram inesquecíveis, a ponto que querer passar mais dias la, mais meses e mais anos.
Cada lugar que eu passava, queria guardar para sempre comigo, e tentava de inúmeras formas guarda-lo sejam em formas de fotos, filmes ou simplesmente na minha memória. O lugar talvez que por um bom tempo mais seguro, entretanto o medo de um dia perder essa deliciosas lembranças, afinal fotos e vídeos podemos perder, e a memória, um dia poderia falhar...Tentava de algum modo, guarda-la mais fundo, num lugar mais certo, num lugar que nem o tempo nem nada poderia apagar.
Meses se passaram e eu continuava pensando numa idéia, mas nao chegava a nenhum lugar, quando faltando três meses pensei na idéia de fazer uma tatuagem, e ai para achar um desenho que significasse tudo aquilo que eu passei, representasse os valores que eu passei a ter sobre a família, liberdade, distancia, amizades, tudo que aquele magnifico lugar representava para mim.
Faltando quase um mês de viajem eu resolvi qual desenho fazer, agora so precisava convencer os meus pais a liberarem essa arte, em primeiro lugar falei com minha mae, que nao dificultou muito a tentativa, queria apenas ver o desenho. Porem a parte mais difícil seria falar com meu pai, que sempre foi muito contra tatuagem, e de fato nao gostava de tal arte. Na conversa uma breve discussão, porem no final ele liberou, deixando claro que nao lhe agradava.
Chegando no local para conversar com o tatuador, para definir tamanho, ele me informou que dava para fazer naquela hora mesmo, entao resolvi fazer e depois de 3 horas e meia de tatuagem, tinha terminado a minha primeira arte no corpo.
Ao voltar para o Brasil, quase um ano depois, eu estava la fazendo minha segunda tatuagem, mas dessa vez nao por representar algo, mas sim com aquelas pessoas que um dia foram contra o que eu iria fazer, minha família. Fizemos uma arte para que todos pudessem usa-la, e ai cada um no dia que dava foi fazer, quando chegou minha vez, ja estava mais acostumado com aquela sensação que nao chega a ser uma dor, mas um incomodo, que muito estranhamente lhe proporciona prazer
No ano de 2010, infelizmente tive a maior perda, uma fato que mudaria minha vida, e minha pessoa em todos os sentidos. Algo que nenhuma pessoa no mundo deviria passar tao cedo, a perda de uma pessoa próxima, essa mudança me marcou de forma tao grande, que nao teria como nao honrar essa pessoa maravilhosa, que sempre me apoiou,me orientou, me guiou, me ajudou e alem de tudo isso me encheu como nenhuma outra pessoa poderia, meu irmão. Resolvi depois de um ano tentando fazer uma arte decente da grandeza dessa pessoa, e que representasse ele direitamente, fiz ela no dia 11/11/11 as 11horas e 11 minutos o que representava ele direitinho.
Algumas coisas, nao passam de breves sentimentos, entretanto alguns sao tao fortes, que nao podem apenas ficar na memória, e preciso guarda-la de forma unica, e representativa cada historia existe um modo de contar, e de representar, meus maiores sentimentos levo eles na pele, e esse e meu modo de se guardar esse e meu modo de fazer arte.
Experiência Estética
Por César Santos
BPM
Primeira Experiência Musical
Resolvi postar sobre a primeira experiência com um instrumento musical porque foi fundamental e decisivo na minha vida.
Em 2003 eu estava na 5 série do ensino fundamental e decidi que iria começar alguma atividade nova naquele ano. Sempre gostei muito de música, mas não tinha em mente tocar um instrumento.
E já tinha um violão em casa mas não sabia tocar, segurava ele no colo e tentava tirar algum som que eu escutava, mas não costumava dar certo.
Nas férias minha família me levou para uma pequena cidade em Minas Gerais e no primeiro dia já descobri uma lojinha de música, que vendia instrumentos de segunda mão e cd's.
Fui até lá e pedi a opinião do vendedor que me escutou cantarolar algumas músicas famosas que eu havia escutado antes e ele me sugeriu alguns cd's.
Depois de escutar repetitivamente todos eles, descobri uma música que me marcou muito.
Foi com a introdução da música "Come as you Are" do Nirvana que eu decidi que realmente iria tocar um instrumento.
Levei o cd de volta a loja e perguntei qual era o instrumento que fazia aquele som que abria a música e ele respondeu:
"- Isso é um contra-baixo garoto".
Foi por causa desta resposta que decidi que eu aprenderia a tocar baixo.
Descobri anos depois que aquele instrumento grave que se escuta no início da música não é um baixo, e sim uma guitarra com uma equalização voltada para o grave, ou seja, o meu primeiro poderia ter sido a guitarra .
Perguntei a ele se na loja tinha algum baixo usado, para eu poder aprender a tocar sem gastar muito.
O primeiro baixo que me foi apresentado era uma baixo Giannini, preto com o escuto branco, que imitava os baixos da Fender.
O baixo já tinha passado pela mão de dois outros músicos e seu ultimo dono tinha colado a foto do Che Guevara, que fui descobrir quem era anos mais tarde.
Paguei em torno de 200 reais pelo instrumento, e hoje vejo que foi um preço justo, porque ele estava em más condições.
Logo quando cheguei em São Paulo, procurei um amplificador para iniciante e comecei a ter aulas de música numa escola de música perto de casa.
Estou a 9 anos fazendo aula na mesma escola de música e já passei por 4 instrumentos, incluindo piano, bateria e tenho como principal instrumento a Guitarra.
Foi muito importante para mim este primeiro contado pois desde o primeiro dia que comprei meu primeiro instrumento já sabia que isso seria mais que uma diversão.
Hoje tenho a consciência de que quero isso para minha vida profissional, pois é o que eu sei fazer de melhor .
Daughters - cover John Mayer (propaganda haha)
Come as you Are - Nirvana
BPM
Primeira Experiência Musical
Resolvi postar sobre a primeira experiência com um instrumento musical porque foi fundamental e decisivo na minha vida.
Em 2003 eu estava na 5 série do ensino fundamental e decidi que iria começar alguma atividade nova naquele ano. Sempre gostei muito de música, mas não tinha em mente tocar um instrumento.
E já tinha um violão em casa mas não sabia tocar, segurava ele no colo e tentava tirar algum som que eu escutava, mas não costumava dar certo.
Nas férias minha família me levou para uma pequena cidade em Minas Gerais e no primeiro dia já descobri uma lojinha de música, que vendia instrumentos de segunda mão e cd's.
Fui até lá e pedi a opinião do vendedor que me escutou cantarolar algumas músicas famosas que eu havia escutado antes e ele me sugeriu alguns cd's.
Depois de escutar repetitivamente todos eles, descobri uma música que me marcou muito.
Foi com a introdução da música "Come as you Are" do Nirvana que eu decidi que realmente iria tocar um instrumento.
Levei o cd de volta a loja e perguntei qual era o instrumento que fazia aquele som que abria a música e ele respondeu:
"- Isso é um contra-baixo garoto".
Foi por causa desta resposta que decidi que eu aprenderia a tocar baixo.
Descobri anos depois que aquele instrumento grave que se escuta no início da música não é um baixo, e sim uma guitarra com uma equalização voltada para o grave, ou seja, o meu primeiro poderia ter sido a guitarra .
Perguntei a ele se na loja tinha algum baixo usado, para eu poder aprender a tocar sem gastar muito.
O baixo já tinha passado pela mão de dois outros músicos e seu ultimo dono tinha colado a foto do Che Guevara, que fui descobrir quem era anos mais tarde.
Paguei em torno de 200 reais pelo instrumento, e hoje vejo que foi um preço justo, porque ele estava em más condições.
Logo quando cheguei em São Paulo, procurei um amplificador para iniciante e comecei a ter aulas de música numa escola de música perto de casa.
Estou a 9 anos fazendo aula na mesma escola de música e já passei por 4 instrumentos, incluindo piano, bateria e tenho como principal instrumento a Guitarra.
Foi muito importante para mim este primeiro contado pois desde o primeiro dia que comprei meu primeiro instrumento já sabia que isso seria mais que uma diversão.
Hoje tenho a consciência de que quero isso para minha vida profissional, pois é o que eu sei fazer de melhor .
Daughters - cover John Mayer (propaganda haha)
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