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terça-feira, 20 de março de 2012

Marrocos


Guilherme Terin Luz 3Bpm.    Minha viagem para o marrocos


O mês era ,junho de 2008 .Nessa época já havia me formado no colegial ,resolvi fazer um curso de linguás na Inglaterra. Uns amigos brasileiros, me convidaram para irmos durante a estádia na Inglaterra para Marrocos por ser uma rota muito popular para os estudantes e viajantes europeus,resolvi conhecer um pouco dá cultura muçulmana ,com preços bem atrativos descedimos ir ...Ao chegar, no marrocos na cidade de  Casablanca,observei que quase todas as casas eram brancas o que me causou um certo estranhamento pois acostumado com a cidade de sp aonde existe variedade sem fim...pegando o táxi com destino ao hotel ficou claro a diferença social escancarado pela janela do carro ,a miséria impera, porém existe um respeito muito alto pelo o outro ,coisas que deveríamos aprender ,sabia que ficaria apenas 1 dia em Casablanca então resolvi descansar pois no outro dia iria conhecer,Marrakech. Ao chegar em marrakech me vi diante de uma sensação de cores,cheiros e pessoas jamais sentidos pela minha pessoa antes,fui ao centro da cidade conhecer os encantadores de cobras venenosa uma loucura ,barraquinha de comercialização de ouro,bronze,prata sem nenhum segurança por perto ,parando para almoço resolvi provar carne exotica que depois de algumas horas,apos o almoço meu amigo flavio resolveu falar que se tratava de carne de cobra fatiada ...essa foi minha experiencia estetica espero que voces tenham gostados 


um abraço guilherme

Musical Especial


Por Erica Perocco

A foto que postei foi em um momento muito feliz da minha vida. Ela me remete a varias lembranças boas.
 Quando a vejo tenho recordações de uma viagem incrível que fiz pelo Caribe e onde assisti um musical maravilhoso. Esse falava sobre as frustrações das vidas das pessoas, e no final nos dava uma ótima lição de moral em que nos passava a mensagem que devemos nos amar e contentar mais com a vida do que ficar reclamando dela.
Essa experiência foi extremamente marcante para mim pois pude ver a emoção dos personagens como se fossem pessoas reais. A forma como eles passaram a beleza do palco direto para a plateia me impressionou, pois independente de serem atores esteticamente bonitos, eles conseguiram levar para os telespectadores uma sensação intensa, em que fez nascer a beleza interior de cada um.  Alem disso, os atores utilizaram  trajes vibrantes e decorativos para interpretarem seus papeis, dando mais emoção para o show.
Na época eu não entendia direito o porquê dar valor a arte e hoje eu sei com toda certeza que são momentos como esses que nos fazem sentir vivo, aberto à natureza e à arte. 

Pulo de Paraquedas


Vanessa bazi



Desde pequena tive um sonho de morar na Austrália, sempre me encantou a cidade, as pessoas, a cultura , os esporte radicais a natureza exótica. Tudo naquele país me deixava doida! ... Então foi quando eu completei 18 anos , decidi me aventurar a algo completamente diferente, assim aprimorando meu inglês,decidi ir para Autrália...
Passei 6 meses tendo dias incríveis conhecendo as culturas e belezas australianas. As praias são maravilhosas,pessoas bonitas , tendo uma mistura de povos como americanos, koreanos, indianos, brasileiros e japoneses. Mais o que realmente foi uma experiência espetacular, marcando minha viagem por completo , foi meu pulo de paraquedas, uma sensação inexplicável, algo que todos uma vez na vida deveriam fazer. Sem contar com a paisagem, com o local e o clima que contribuiu muito para ser Maravilhoso. No início quando subi no avião, comecei a tremer toda que nao conseguia abrir meus olhos de medo pra analisar o que tinha ao meu redor, mas mesmo assim deixei o medo de lado e resolvi encarar.  Relaxei e curti aquela oportunidade. Era tudo tão perfeito ao abrir meus olhos, a natureza, o mar cristalino, tendo uma sensação de liberdade e frio na barrida ao mesmo tempo. Só preciso agradecer a essa oportunidade, pois foram os momentos mais marcantes dessa viagem e tanto da minha vida, nunca esquecerei esses poucos minutos . 

 
Uma mudança...

Isabella Pagliato Franciulli
41014016- 3BPM

O ano era 2009 e eu estava no final do meu terceiro colegial com 17 anos de idade e sem saber para onde eu iria, que carreira seguir para o resto da minha vida.
Era um período de mudanças na minha vida, e isso de certa forma me deixava um pouco assustada, pois o medo de errar era grande e de me frustrar também, não sabia o que seria daquele momento em diante. Eu só tinha uma única certeza: Iria me mudar para São Paulo. E fui, escolhi a faculdade que eu queria e o curso que eu queria. Eu iria morar sozinha em um apartamento próximo a faculdade e iria me virar, claro que teria o apoio dos meus pais, mais era um momento onde eu estava crescendo, minhas responsabilidades eram outras além de todas as que eu já tinha e eu passava a conhecer e conviver com pessoas diferentes, em lugares diferentes e experiências bem diferentes de tudo que eu já tinha vivido até aquele momento. No começo não foi fácil, mais eu não desisti, eu fui até o final, senti muita falta dos meus pais, da minha vida que eu levava no interior (nasci e morei a vida inteira em Sorocaba), de tudo que eu estava acostumada mas consegui me adaptar, precisei de muita coragem e determinação para passar por mais essa fase da minha vida.
Hoje eu já moro em São Paulo a quase 4 anos, não me vejo morando em outro lugar e muito menos voltando para a casa dos meus pais, onde eu passei a ser visitante, fiz amizades para a vida inteira mesmo aqui, amo o meu curso e não me vejo fazendo outra coisa que não esteja ligada a Comunicação.
Essa foi a minha experiência estética, que até hoje foi a mais forte e marcante na minha vida, pela qual eu passaria por tudo de novo e faria tudo de novo também. A vida é um eterno desafio e feita de escolhas a todo momento, e por mais difícil que possa parecer todos nós temos que enfrentar por mais que o sucesso não seja obtido, tem que ir tentando para acertar.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Um Lugar...


Juliana Simões
20/03/2012




Um lugar, realmente, abençoado por Deus
Conhecida como Porta do Sol, João Pessoa, foi minha experiência estética mais marcante até o momento.
Capital do Estado do Paraíba, Jonh People, assim como seus adoráveis conterrâneos a chamam, está localizada no ponto mais Oriental da Américas, onde o sol surge às 5h20 da manha, fazendo assim com que seus habitantes aproveitem no máximo do dia...
 Queríamos passar um Ano Novo diferente, eu e meu namorado, e como ele tinha alguns amigos na cidade, os quais deram a estadia do hotel de presente, ficou tudo mais fácil...
Eles nos deram dicas de lugares e passeios que poderíamos fazer.
Começamos conhecendo a própria João Pessoa. Ficamos hospedados na Praia de Tambaú:
As pessoas não poderiam ser mais agradáveis... impressionante como elas eram simpáticas e solícitas. Um povo humilde, mas tremendamente orgulhoso de morar naquela cidade. Não perdiam uma oportunidade de falar o quanto eram apaixonados por JP. O que achei mais engraçado foi o modo pelo qual eles nos pediam para falar bem da cidade. Para eles era importante saber que quando fossemos embora de lá, fossemos falar para todos que a cidade era perfeita!
Eles defendem a cidade com unhas e dentes e acham terrível a atitude que a Elba Ramalho toma quando esconde sua origem natal.
Fomos de escuna até o mar para ver os corais... e como já não sou chorona?! só de lembrar meus olhos já ficam cheios de lagrimas... (rs) é muito lindo, não tem como não se emocionar!
 A vista do mar é muito mais emocionante.
Aproveitando que estávamos lá e fomos conhecer Natal
Outra cidade maravilhosa! O lugar era lindo e os muito moradores simpáticos...
Fomos até a Praia da PIPA, que recebeu o nome pelos marujos que se localizavam do mar devido a uma pedra que tinha formato de barril. A praia é conhecida também pela costa que forma a copa de um coração, na qual a lenda diz que o casal que tirar foto com a copa ao fundo, nunca mais se separa... e é lógico que eu tirei!
Fomos também na Baia do Golfinhos... mas ver golfinhos mesmo que é bom, nada! RS
Mas valeu a pena, a praia era lida e a água era quente!
Outro passeio foi para Porto de Galinhas... o lugar é lindo, mas tem o mesmo problemas de Natal, sujeira pra todo lado! Eu lutei para acreditar que era por causa da temporada, que a cidade estava lotada e que toda aquela bagunça era devido ao final de ano... também fiquei bem decepcionada, todo mundo fala tão bem de lá, enfim...
O lugar é lindo! 
E para fechar com chave de ouro, um passeio de bugg mais do que emocionante... foi pavoroso... o motorista era completamente pirado! Quase cai do carrinho duas vezes! RS
Bom, vejo essa viagem como minha primeira experiência estética pois além de ser algo novo, foi algo que me emocionou e me ensinou do inicio ao fim.
Se quiserem saber mais sobre minha experiência estética, estou à disposição.

RECONHECIMENTO DO CASAL

O Casal Arnolfini
Jan van Eyck, 1434
 óleo sobre tábua
82 × 60 cm
 National Gallery (Londres)
 
Ano passado eu fui convidada para ser madrinha de casamento da minha prima. Quando eu entrei na loja para experimentar o vestido, me deparei com a obra de Van Eyck, O Casal Arnolfini. Por que isso me impressionou e eu estou escrevendo isso no blog de Experiência Estética? Primeiro porque eu não costumo guardar nomes de obras, de movimentos e de pintores, e dessa obra, curiosamente, eu me lembrei de tudo isso assim que vi. Lembrei porque achei muito impressionante ter um espelho côncavo de 5 centímetros de diâmetro que reflete toda a pintura. E segundo porque dois anos antes eu tinha ido nessa mesma loja e não tinha reparado na pintura, era um objeto de decoração que não me remeteu nenhum significado. Quando eu vi a obra, eu virei para minha mãe e comecei a discorrer meus conhecimentos sobre o quadro, tentando parecer culta. Depois que fui embora da loja, comecei a sentir um pequeno arrependimento; Queria ter prestado mais atenção nas minhas aulas de história da arte. Foi muito boa a sensação de olhar uma obra de arte e reconhecê-la por sua importância e sua história, saber seu nome e seu autor.  Pensei que, se um dia eu fosse ao Louvre ou em qualquer outro museu, não ia ter aquela sensação muitas vezes. Nessa hora eu quis muito voltar atrás e me avisar que eu ia sentir falta das aulas de história da arte.

Paula Davanço Giannini

Cicatriz



Mark Alan Halliden - 41112913



Era maio de 2001, eu tinha 9 anos e estava na escola. Estava na hora do recreio, no pátio, cheio de crianças brincando. Haviam montado um palco de madeira para apresentações de teatro da 4a série, mas estávamos usando para brincar de pega-pega. Corríamos de um lado para o outro, o barulho de crianças gargalhando enchia o ar. No meio de toda confusão eu tropecei e cai de joelhos no chão. De repente, um silêncio, preto. Eu apertava o joelho com força com os olhos fechados. Sentia uma dor profunda e minhas mãos tremiam. Levantei a cabeça e abri os olhos lentamente. Todas crianças estavam paradas, em silêncio, olhando para mim. E o que parecia ser de forma sincronizada, todas gritam horrorizadas e correm para as suas salas. Eu não estava entendendo nada, foi daí que olhei para baixo e soltei as mãos ensanguentadas do meu joelho. Tentei levantar, mas minha perna estava presa ao palco. O sangue escorria sem parar e eu não sabia o que fazer. Eu consegui ajoelhar em um prego enferrujado e estava preso ao palco e fazer um buraco de 8 centímetros. Primeiro chega a minha professora, depois a moça que cuidava dos "machucadinhos", elas conseguem me puxar e tirar de lá, mas não sabiam o que fazer, nem onde me levar, pois na escola não havia enfermaria. Pegaram um pano, enrolaram em volta da minha perna e em seguida ligaram pra minha mãe. A cara da minha professora estava branca, ela estava desesperada. Após um tempo, a minha mãe chegou e me levou para o hospital. Chegando lá, cortaram a minha calça e tiraram meu ténis e minha meia, que estavam manchados de vermelho. Desinfectaram a ferida e, como eu nunca tinha tomado injeção anti-tétânica antes, tomei 3 seguidas, tomei 12 pontos e engessei a perna. Foram 9 dias seguidos de mais injecções, e como se isso já não bastasse, no décimo dia, consegui tropeçar, dobrar a perna e rasgar todos os pontos, voltando ao hospital.